Decisão firme contra casas de apostas
O Cuiabá Esporte Clube segue com o espaço principal da camisa vazio desde o início de 2025, recusando-se a fechar acordo com casas de apostas. Cristiano Dresch, presidente do clube, reafirma o veto ao segmento e não pretende alterar essa postura para ampliar receitas.
Em entrevista ao ge, Dresch explicou que a decisão respeita acordos firmados com antigos parceiros comerciais do Dourado. Ele classificou as apostas como um segmento “criminoso”, destacando os impactos sociais negativos que elas causam, como suicídios e destruição de famílias.
“Eu nunca concordei com esse segmento. Acho esse segmento criminoso. As bets exploram as pessoas, causam suicídios e destroem famílias. Nossos patrocinadores, lá atrás, já nos exigiram que a gente não firmasse contrato com as bets. Tomamos uma decisão acertada”, afirmou o dirigente.
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Fonte: feirinhadesantana.com.br
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Fonte: diretodorecife.com.br
Busca por novos patrocinadores e aproximação com o agronegócio
Enquanto o clube busca um novo patrocinador máster, a diretoria aposta em aproximar a marca do agronegócio local. Na recente partida contra o Goiás, pela Série B do Campeonato Brasileiro, o clube exibiu a campanha “Movido a Etanol” no espaço disponível da camisa, reforçando a conexão com um dos principais produtos de Mato Grosso.
“Estamos desenvolvendo uma campanha de divulgação de um dos maiores produtos que a gente faz aqui em Mato Grosso, que é o etanol. Estamos buscando uma aproximação com o segmento do agro”, explicou Dresch.
Orçamento equilibrado e redução de despesas
O orçamento do Cuiabá é mantido com receitas provenientes dos direitos de transmissão, outros patrocínios na camisa e negociações de jogadores. A expectativa é fechar 2026 com R$ 30 milhões arrecadados com vendas de atletas.
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Fonte: soudejuazeiro.com.br
A política de contenção de gastos levou o clube a iniciar o Campeonato Mato-Grossense de 2026 com uma folha salarial reduzida, próxima a R$ 500 mil. Apesar disso, parte do orçamento ainda está comprometida por contratos firmados durante o período em que o time disputava a Série A.
“O nosso problema ainda são algumas heranças que estamos pagando desde a Série A. Esse caso do Petit é uma herança da Série A. Temos também alguns jogadores com parcelas daquele período que ainda estamos pagando”, detalhou o presidente.
