Críticas ao gramado dos Aflitos
O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, não poupou críticas ao gramado do estádio dos Aflitos, em Recife, após o jogo recente do clube. Ele destacou a disparidade entre o campo pernambucano e o da Arena Pantanal, em Mato Grosso, ressaltando o investimento feito pelo governo estadual para manter o gramado da casa do Dourado em condições ideais. “Vocês conhecem o gramado da Arena Pantanal? O Governo do Estado de Mato Grosso faz investimento altíssimo. O gramado da Arena é um tapete. Vai jogar num campo desse aqui, meu amigo? É o mesmo campeonato”, afirmou Dresch.
O dirigente ainda afirmou que é difícil preparar o time para atuar em um campo com más condições. “Não tem como se preparar para jogar nele. Você vem aqui para tentar o quê? Para tentar o que dá para fazer. Não dá para a gente estar numa mesma competição, que um força pra caramba para ter um campo perfeito e outro um campo horrível desse”, disse, ressaltando que a derrota não foi resultado do gramado. “Não perdemos por causa do campo. Não sou chorão. Não vim aqui para dar desculpa.”
Controvérsia sobre pênalti e situação na arquibancada
Além das condições do gramado, Dresch também criticou a arbitragem durante a partida, especialmente o pênalti marcado contra o Cuiabá. Para ele, a decisão foi injusta e a pior que presenciou em sua trajetória no futebol desde 2003. “Esse pênalti que foi marcado hoje contra o Cuiabá foi o pênalti mais absurdo que eu já vi na minha carreira de futebol. Eu estou no futebol desde 2003. Eu nunca vi um pênalti desse. Aquilo ali não foi pênalti nunca. Nós tivemos lá contra o Athletic há duas semanas atrás um pênalti claro que não foi marcado”, afirmou o presidente.
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Fonte: indigenalise-se.com.br
Outro ponto que chamou atenção foi o tratamento recebido por Dresch em Recife. Ele relatou que foi impedido de retornar à cabine onde acompanhava o jogo no intervalo e teve de assistir ao restante da partida atrás do gol, algo que nunca havia vivido em mais de 20 anos no futebol. “Eu desci do intervalo chateado. Para minha surpresa, uma coisa que eu estou há mais de 20 anos no futebol e que nunca aconteceu. Fui proibido de voltar para a cabine que eu assisto o jogo no meio do campo. Me fizeram vir assistir atrás do gol”, contou.
O presidente do Cuiabá ainda relatou a tentativa de contato com o presidente do Náutico, que não atendeu às suas ligações. Dresch critica a falta de diálogo e o tratamento recebido, destacando que em Cuiabá o clube recebe seus visitantes com respeito e conforto. “Liguei para o presidente do Náutico e nem coragem de atender teve. Eu não faço esse tipo de papelão. Lá em Cuiabá vai ser bem recebido. Sabe por que vai ser bem recebido? Porque eu estou em 2026. Eu não estou em 1970. Esse papel que ele fez hoje aqui é de 1970. Nem coragem de me atender teve. Diz que é ordem da Federação e do Náutico”, reclamou.
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Fonte: tcheagora.com.br
Ele finalizou pedindo respeito e esclarecendo que o comportamento que recebeu não condiz com sua postura. “Então vamos respeitar um pouco. Tem um pouco de respeito com as pessoas, que lá em Cuiabá a gente trata super bem. Põe no meio do campo, camarote com ar-condicionado, tem comida. Eu já disputei competições de alto nível. Então meus adversários são adversários durante o jogo ali. Não posso ser tratado da forma que eu fui tratado hoje aqui. Eu não trato ninguém desse jeito”, concluiu Cristiano Dresch.
