Encontro Promove Diálogo e Reflexão
Em homenagem ao Mês da Visibilidade Trans, que ocorre em janeiro, a Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso (ASTTRAMT) realizará uma roda de conversa no próximo sábado (31), a partir das 14h, na Casa das Pretas, em Cuiabá. O evento, que é gratuito e aberto ao público, tem como objetivo fomentar um espaço de diálogo sobre questões essenciais como saúde, direitos e a experiência da comunidade trans.
A atividade se alinha à programação nacional do ‘Janeiro da Visibilidade Trans’ e visa fortalecer o acesso à informação, cuidados de saúde e a organização coletiva entre as populações trans e travestis. Durante o encontro, os participantes terão a oportunidade de discutir temas relevantes, como testagem para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), tratamentos de saúde, hormonoterapia e a garantia de direitos sociais.
Josy Thayllor, presidenta da ASTTRAMT, enfatiza a relevância da mobilização coletiva para a transformação social. “Janeiro é o mês da Visibilidade Trans, especialmente no dia 29, e, em sintonia com a programação nacional, estamos promovendo essa ação em Cuiabá para evidenciar que a visibilidade deve vir acompanhada do acesso à saúde, informação e direitos. A organização coletiva é primordial para assegurarmos dignidade e políticas públicas efetivas para nossas vidas”, destaca.
O evento começará com uma apresentação cultural de Josy Campos, seguida pela roda de conversa que contará com a participação da diretoria da ASTTRAMT, mediada pela socióloga, multiartista e ativista Lupita Amorim. Após as discussões, haverá um lanche coletivo e a programação se encerrará com uma apresentação de Vogue, realizada pela Casa Sagrada, celebrando a arte, a cultura e a potência dos corpos trans e dissidentes.
A iniciativa é promovida pela ASTTRAMT, com o apoio da Casa Sagrada, do Centro Cultural Casa das Pretas, do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros de Mato Grosso e da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (Rede Trans). Este encontro não só destaca a luta por visibilidade, mas também reafirma a importância de um espaço seguro e acolhedor para a comunidade trans, promovendo a troca de experiências e informações.
