Festival de Flores e Orquídeas de Cuiabá
O aroma das flores e a diversidade de cores irão transformar o Complexo Biocultural do Porto, onde está localizado o Aquário Municipal de Cuiabá, em um vibrante jardim ao ar livre. Entre os dias 5 e 8 de março, a capital mato-grossense sedia a 23ª edição do Festival de Flores e Orquídeas de Cuiabá, um evento que se destaca pela entrada gratuita e espera movimentar mais de R$ 1 milhão na economia local.
Organizado pela Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura (SDTA), o festival se tornou uma vitrine importante para produtores e uma excelente oportunidade para quem busca investir em paisagismo e jardinagem.
Variedade e preços acessíveis
Neste ano, os visitantes poderão escolher entre aproximadamente 5 mil exemplares de plantas, com preços que começam a partir de R$ 10. Dentre as opções disponíveis, destacam-se:
- Orquídeas de diversas cores e formatos
- Cactos e suculentas
- Onze-horas
- Caladium
- Aglaonema
- A exótica Euphorbia françoisii
Além das plantas, o evento também contará com a venda de vasos, enfeites, substratos, adubos, fertilizantes e inseticidas naturais, todos seguros para crianças e animais de estimação. Entre os expositores confirmados estão nomes como o Orquidário Flores do Lago, o Sítio Toca da Coruja e o grupo Apaixonados por Rosa do Deserto.
Impacto econômico do Festival
A expectativa é que a movimentação direta durante os quatro dias supere R$ 500 mil. Considerando o “efeito cascata”, que ocorre quando os consumidores compram plantas e, posteriormente, buscam insumos em viveiros e floriculturas locais, o impacto total pode ultrapassar R$ 1 milhão em transações. Em eventos anteriores, como o realizado em Várzea Grande, o volume total de negócios alcançou R$ 500 mil, sendo R$ 200 mil em vendas diretas e R$ 300 mil indiretas. Para a edição de Cuiabá, as expectativas são ainda mais promissoras.
O festival se consolida, assim, como um evento não só cultural, mas também de grande relevância econômica, promovendo a valorização dos produtores locais e estimulando o interesse da população por práticas de jardinagem e paisagismo.
Projeto de Dança e Inclusão no Bairro São Mateus
Em um contexto de envolvimento comunitário, o bairro São Mateus também se destaca com a implementação de um projeto de dança e inclusão. Nesta semana, a diretora do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da região, Telma, deu início a essa iniciativa idealizada pela professora Danieli, que é voltada para balé e dança contemporânea, destinada a crianças e adolescentes.
Como conta Telma, a professora tinha esse sonho há tempos e a proposta foi acolhida pela gestão do CRAS, que buscou apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social para sua viabilização. As aulas começaram oficialmente nesta sexta-feira, marcando um momento significativo para a comunidade.
As primeiras imagens do projeto mostram principalmente meninas participando das atividades, mas a iniciativa é aberta a todos os interessados. A alegria das crianças e a satisfação dos pais são evidentes, refletindo a importância de um projeto cultural dessa natureza na região.
As aulas acontecem às sextas-feiras pela manhã, organizadas por faixa etária, com turmas que variam de 10 a 12 participantes. Há aulas de balé infantil para crianças de 7 a 10 anos e aulas de jazz para turmas a partir dos 12 anos. A proposta não se limita apenas à prática artística; ela também promove inclusão e valorização social.
Ao final de cinco meses, os participantes terão a oportunidade de apresentar o que aprenderam em um evento especial, com a presença da primeira-dama do Estado, Dona Virgínia, e outros convidados. O CRAS continua aberto para novos interessados, ampliando o alcance da ação e permitindo que crianças de outros bairros também se integrem às aulas.
Essa iniciativa representa um novo capítulo para o bairro, unindo arte, inclusão e o fortalecimento dos laços familiares através da dança.
