Coletiva Destaca a Urgência das Questões Ambientais
O Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), situado no Centro Integrado de Cultura (CIC), está recebendo a exposição ‘Entre Águas e Terras, Margens Tecnológicas’ até o dia 1º de março de 2026. Esta coletiva de videoarte reúne talentos brasileiros e argentinos que exploram a relação entre o ser humano e seu ambiente, enfatizando as preocupações com as causas ambientais e as diversas formas de existir. A visitação é gratuita e acontece de terça a domingo, das 10h às 21h.
A curadoria, composta por Eneleo Alcides, Mário Oliveira, Nara Cristina Santos, Raul Antelo e Rosangela Cherem, acredita que a arte pode suscitar reflexões sobre a nossa convivência com outras espécies. Como destacam os curadores: “Ainda não desistimos de pensar sobre este espaço que repartimos com outras espécies, interrogando nosso papel como a espécie mais ameaçadora que habita sob este céu e sobre esta terra.”
Os curadores ressaltam a urgência em responder aos desafios impostos pelo degelo das calotas polares e pela degradação dos ecossistemas florestais. A exposição apresenta obras de 15 artistas e duplas, provenientes de várias regiões do Brasil e da Argentina, entre eles estão Carol Berguer, Clara Fernandes e Damián Anache, todos reconhecidos por sua atuação na videoarte, videoinstalação e videoperformance. Cada um deles traz uma visão singular sobre as questões ambientais que nos cercam.
Os artistas participantes são: Eneléo Alcides, Fernando Codevilla, FRAD (Florencia Rugiero y Andrés Denegri), Lucas Bambozzi, Luciana Petrelli, Malen Otaño e Suyai Otaño, Mario Oliveira e Michele Monteiro, Raquel Stolf e Helder Martinovsky, Sara Ramos, Val Sampaio, Mariano Klautau Filho, Tirotti e Yara Guasque. A diversidade de experiências e estilos artísticos promete cativar o público, levando a uma reflexão profunda sobre a interdependência entre o ser humano e a natureza.
Com uma proposta que desafia as percepções convencionais, ‘Entre Águas e Terras, Margens Tecnológicas’ não apenas apresenta arte, mas também convida os visitantes a pensar criticamente sobre suas ações e seu impacto no planeta. Assim, a exposição se torna uma plataforma importante para o diálogo sobre sustentabilidade e responsabilidade ambiental.
