Decisão Judicial e Falta de Energia
Na última quarta-feira (8), o juiz diretor do foro da Comarca de Jaciara, Ednei Ferreira dos Santos, tomou uma medida importante ao determinar a suspensão do expediente presencial no Fórum local. A decisão foi motivada por uma interrupção no fornecimento de energia elétrica que ocorreu ao longo da manhã, impactando diretamente as atividades judiciais. A formalização da suspensão se deu por meio da Portaria N.º 1/2026, que visa evitar prejuízos aos advogados, partes envolvidas e servidores.
De acordo com informações fornecidas pela concessionária responsável, a unidade judiciária ficou sem energia elétrica a partir das 10h50. A previsão inicial indicava que a normalização do serviço poderia demorar até seis horas, o que tornava inviável a continuidade do funcionamento regular do Fórum.
Alternativas e Teletrabalho
Com a interrupção repentina, o juiz decidiu suspender o atendimento presencial a partir das 12h do mesmo dia. Contudo, para garantir que a prestação jurisdicional não fosse paralisada, os servidores da Comarca foram orientados a realizar suas atividades em regime de teletrabalho, de forma excepcional, enquanto a situação se mantivesse.
Essa decisão reflete um esforço para assegurar que, mesmo diante de adversidades, o acesso à Justiça não seja comprometido. A medida, embora pontual, é um exemplo da adaptabilidade do sistema judiciário às circunstâncias, buscando sempre preservar a qualidade do serviço público judicial.
Impactos da Falta de Energia no Serviço Público
A falha no fornecimento de energia elétrica, que gerou a suspensão das atividades, levanta questões sobre a infraestrutura necessária para o funcionamento eficiente dos órgãos públicos. Em um contexto onde o acesso à Justiça é fundamental, a situação em Jaciara pode ser vista como um alerta sobre a importância de soluções que garantam a continuidade dos serviços essenciais, mesmo em situações imprevistas.
Por fim, a iniciativa do juiz Ednei Ferreira dos Santos demonstra que medidas proativas podem fazer a diferença para que a comunidade não sinta os efeitos negativos de falhas de serviços básicos como a energia elétrica. O judiciário, ao se adaptar a essas circunstâncias, reafirma seu compromisso com a Justiça e com a população.
